logotipo do grupo sig combibloc

Veja quais serão os desafios da indústria alimentícia para 2021

Estar por dentro dos desafios da indústria alimentícia é importante para poder se preparar para 2021. É por isso que, aqui, compilamos os principais pontos de atenção!
Desafios Da Indústria Alimentícia Para 2021

Desafiador, mas promissor: palavras que resumem o presente e o futuro da indústria de alimentos. Contraditório? Nem tanto! Os desafios da indústria alimentícia para 2021 são reais, mas também trazem oportunidades para se destacar no mercado. Segundo perspectivas trazidas pela multinacional Duas Rodas, o setor de food service pode crescer 20% em 2021. 

A pandemia do coronavírus afetou o comércio, trazendo mudanças e exigindo adaptações. A questão da segurança dos alimentos foi uma delas. Entretanto, empresas que estão conseguindo corresponder às expectativas dos consumidores são as que vão sair na frente e aproveitar as boas expectativas.

Quer conhecer algumas das principais tendências de consumo e os principais desafios para a indústria em 201? Então, continue a leitura!

Quais as tendências e desafios da indústria alimentícia em 2021?

Querendo ou não, o cenário das vendas mudou em 2020. A pandemia trouxe novas necessidades, acendeu certas inseguranças e transformou comportamentos de consumo

Para se manterem competitivas, muitas empresas precisaram se adequar. Diante de um cenário que foge ao nosso controle, cabe a nós estudar e analisar o que ainda está por vir, concorda?

Saúde e bem estar

Saúde e bem estar sempre foram questões relevantes; no entanto, têm se mostrado ainda mais essenciais para a maioria dos consumidores

O receio com a contaminação fez com que muita gente percebesse a importância de escolhas saudáveis. As pessoas estão procurando mais produtos para a imunidade e o aumento da disposição. Estão mais focadas em alimentos naturais, saudáveis e com bons nutrientes.

A ajuda do governo com o auxílio emergencial foi um fato positivo para o comércio, pois elevou o poder de aquisição. Com isso, certos itens da cesta básica tiveram um aumento significativo nas vendas, como o leite, alimento rico em cálcio e importante para as crianças.

A preocupação com saúde e o bem estar também levantou a curiosidade sobre a origem dos produtos. O consumidor agora quer saber de onde o alimento veio, como foi transportado e por quais processos passou. Informações superficiais não o satisfazem mais.

Produtos que contribuem para aumentar a imunidade ou com vitaminas e minerais também estão em alta. Além do crescimento de alimentos ricos em proteínas, seja animal ou vegetal.

Sustentabilidade

Já era uma tendência. Agora, com um olhar mais atento para a saúde, a sustentabilidade ganhou ainda mais força. Um exemplo é a grande consciência entre as pessoas sobre a importância da responsabilidade com o meio ambiente e o aspecto social. 

Canudos e embalagens de plástico estão sendo deixados de lado para ser substituídos por materiais recicláveis e sustentáveis. O desafio está na parte de mudar determinadas logísticas e se adequar a novos insumos. Por outro lado, saber fazer isso e comunicar as mudanças ao consumidor garante visibilidade.

Home cooking

A alimentação caseira ganhou outra conotação. Agora, prevenção e economia se tornaram temperos indispensáveis na mesa do brasileiro. Além de as pessoas estarem mais em casa — o que as afasta daquela lanchonete ou da cafeteria ao lado do trabalho —, há o receio do contato físico e da contaminação de produtos.

Como as pessoas têm passado mais tempo em casa, a pratica de cozinhar se tornou mais comum, e o alimento passou a ter um papel importante no conforto emocional durante a pandemia.

Tecnologia

A tecnologia cresce a todo vapor. Assim que os comércios precisaram entrar em lockdown, marcas que ainda não estavam no digital tiveram que correr. As pessoas começaram a fazer mais compras online ou por aplicativos. Até supermercados e padarias entraram na onda dos apps de entrega.

Com a restrição do físico, o online passou a ser uma realidade. Os especialistas, inclusive, dizem que o Brasil evoluiu 5 anos em 1, em questão de digitalização. Nisso, a área da logística também precisou crescer, para dar conta de tantas entregas.

Hoje fala-se muito do figital, a mistura das vendas no ambiente digital e físico. Estima-se que 69% das compras de alimentos ocorrem no figital.

Diversificação das embalagens

Mais uma tendência é a diversificação de embalagens, com o intuito de aumentar a acessibilidade aos consumidores.

No caso das embalagens grandes, o fator determinante para a compra vem sendo a frequência menor de ida ao comércio alimentício, o que exige maior durabilidade e melhor conservação do produto, segundo pesquisa da Kantar em parceria com a SIG Combibloc.

No mais, da mesma forma que ocorreu com o consumo de produtos em embalagens grandes, as pequenas tiveram um aumento de saída. 

Muitas famílias tiveram reduções de ganhos; então, precisaram fazer escolhas. As porções menores se tornaram uma opção para que continuassem comprando o que era de costume, mas com a possibilidade de economizar. 

E como se adaptar a esse cenário?

Empresas que se anteciparem na adaptação, certamente, construirão um caminho mais tranquilo e poderão usufruir de benefícios no futuro — até porque, em algum momento, todo mundo será obrigado a isso.

Invista na digitalização

A digitalização já é essencial. Algumas redes varejistas exigem que seus fornecedores ofereçam rastreabilidade em seus produtos. Existem exemplos no mercado em que aconteceram contaminações, e o recall foi muito completo. Isso prejudica não somente as vendas, mas a marca como um todo. As empresas precisam estar preparadas e contar com boa logística, até porque, com a velocidade da internet, as notícias se espalham muito rápido. É preciso dar respostas tão rápidas quanto.

Mostre seus diferenciais

O consumidor tem mais acesso às informações e vem se tornando mais exigente nas compras e mais curioso sobre quem, de fato, é a marca. Por isso, para que as empresas consigam fidelizar seus consumidores é importante mostrar um diferencial. 

Sustentabilidade, embalagens biodegradáveis, design na embalagem, alimentos à base de plantas ou nutritivos e consciência social são assuntos sérios e que vieram para ficar. É preciso demonstrar uma preocupação genuína para atender às novas demandas.

Seja transparente

Consumidores se importam cada vez mais em saber a origem do que consomem. A transparência é importante; por isso, apostar em clean label, com rótulos mais simples, mas bem informativos, é fundamental.

Para suprir as necessidades de saúde e higiene, vale adotar a rastreabilidade nas embalagens, permitindo que o consumidor tenha acesso a todos os processos do produto, desde sua origem. Isso é questão de proporcionar confiança, o que influencia a reputação da marca.

Enfim, os desafios da indústria alimentícia para 2021 existem, mas, como você viu, são totalmente superáveis. Estar com a empresa preparada é estar pronto para o futuro, no qual garantir a sobrevivência no mercado será primordial. Nessa corrida pelo sucesso, você já tem sua posição no grid de largada?

Gostou de acompanhar as últimas notícias sobre os desafios da indústria alimentícia para 2021? Aproveite e aprenda mais sobre as transformações trazidas pela pandemia ou entre em contato com nossos especialistas e saiba como podemos ajudá-lo.

Marcado em
    Data de postagem
    • junho 10, 2021